segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012


A  Soberba  Precede  A  Ruína     Pv. 16-18

Segundo as palavras do grande Salomão, terceiro rei de Israel, disse que, aquele que é altivo de coração é abominável, ou seja, detestável aos olhos do Senhor e jamais ficará impune. Pv. 16-5.
Após diversas vitórias consecutivas, contra filisteus, arábios, e meunitas, aconteceu que, os povos vizinhos ficaram atônitos, aterrorizados com o nome de Uzias e o poderio do seu exército, ao ponto de, os amonitas oferecerem presentes afim de que não fossem pelo seu potente exército.
O grande sucesso do rei e seu exército se deram porque o rei se pôs a buscar o Senhor e assim Deus o fez prosperar.  2ª Cr.26-5.
 O homem que é sábio tem a percepção de que a razão do seu sucesso se dar por conta que o Senhor é quem lhe concede vitória é normal nos alegrarmos com as vitórias obtidas, contudo devemos creditar o êxito ao nosso Deus, porque se conseguimos vencer, é porque o Senhor é quem estava em nossa frente.
Vejamos que nas inúmeras batalhas vencidas por, Davi, Sansão, Josafá, e outros heróis da Bíblia existiam um poder sobrenatural que os tornava vencedores, não era por mérito deles e sim a força de Deus.
No texto de 2ª Cr. 26:16-21 vemos a trajetória de um rei que, durante um longo período de sua vida foi vitorioso, porém o seu coração se exaltou e fez com o mesmo se corrompesse e transgredisse contra o Senhor.
Sabemos que Uzias era rei de Judá, nunca foi sacerdote, e segundo o costume desde a época de Moisés, o direito de queimar incenso no altar do Senhor, pertencia aos sacerdotes, não a reis.
Uzias foi repreendido pelo sacerdote Azarias e mais oitenta sacerdotes e ficou indignado, pois não reconheceu seu erro.
O homem soberbo é cego, pois pior do que a prática do erro é a incapacidade de não reconhecê-lo.
A exaltação do coração de Uzias o levou a uma grande derrota, pois além de ser imediatamente acometido de lepra conseqüentemente foi excluído da Casa do Senhor.
Assim é o pecado da soberba, ele nos deixa incapaz de habitarmos no santo lar que Cristo Jesus foi preparar para nós, conforme está escrito em: Jo 14, 2,3, que diz; Na casa de meu pai há muitas moradas; se não fosse assim eu, eu vo-lo teria dito, pois vou preparar-vos. E se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para que, onde eu estiver, estejais vós também.
Oração: Senhor nosso Deus e pai, obrigado por nos mostrar, que jamais devemos abrigar em nosso coração a soberba, pois ela nos impede de estarmos juntos a ti, nos dê sabedoria para entendermos que somos dependentes do seu poder, e que possamos creditar nossas vitórias ao santo nome de Jesus Cristo. Amém.


Com Carinho- Iran Cavalcante          27/02/2012

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

A lepra e a cura da lepra

A lepra e a cura da lepra     Mt. 8:1-4       20/12/2011

No tempo em que Jesus pregava a salvação pela Judéia, Galileia, em fim por onde passava, também operava cura e milagres e grandes maravilhas.
No caso específico do leproso que foi tocado por Jesus, podemos observar alguns aspectos de grande relevância como: O fato de um homem prostrar-se perante outro é o primeiro, o segundo é de um homem tocar em um leproso.
1º- A sociedade judaica jamais aprovaria a atitude de um homem prostrar-se diante de outro, porque tal ação só era permitida diante de Deus, daí podemos perceber que o homem apesar de estar acometido de lepra tinha uma visão especial, porque percebeu que Jesus era o próprio Deus habitando no meio de homens.
2º-O simples fato de um homem ter qualquer contato físico com um leproso, isso o tornaria também um deles.

A lepra

Naquele tempo, a lepra era uma das piores ou senão a pior doença existente; E as pessoas que fossem contaminadas pela lepra, tinham a obrigação de anunciarem a doença e de uma forma muito humilhante.
Tinham que usar uma espécie de sino que causava um barulho e esse barulho identificava-o como um leproso, imundo e por conseqüência isolado da sociedade, porque os leprosos tinham um odor insuportável e causavam nojo nas pessoas.
A lepra deixava os membros periféricos (os dedos) totalmente insensíveis, por isso eles se coçavam até que os mesmos chegavam a cair por completo; O nariz se tornava um buraco tornando o rosto do leproso assustador.
E muitos deles também se tornavam totalmente cegos dificultando ainda mais o convívio com a sociedade.

A cura da lepra

Somente a misericórdia de Deus na pessoa de Jesus Cristo poderia libertar um leproso de um mal tão terrível quanto à lepra.
Podemos colocar o pecado de uma forma contextualizada como a lepra do século. Quando estivermos dispostos a nos prostrar diante do Senhor Jesus e o adorarmos em espírito e em verdade, tenho plena convicção que seremos limpos de toda lepra existente na alma humana. 
Devemos prestar atenção que o leproso teve vontade de se tornar limpo, é necessário termos consciência de que o pecado nos torna sujos diante de Deus.
O pecado também nos deixa cego, precisamos ver a Jesus para sermos curados (limpos, salvos).